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| No comments Imagem retirada de https://www.facebook.com/cinismoilustrado/photos/a.680935531925188.1073741828.680929688592439/1095501070468630/?type=3&theater |
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Porque aos olhos de alguns, nem todos somos iguais...
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Pequenos gestos
Pequenos gestos fazem-nos bem.
Fui comprar peixe a uma peixaria e além de ser muito bem atendida, ainda me ofereceram esta flor. Porque todos gostamos de pequenos mimos, eu também gostei.
A prova como realmente o comércio tradicional permite desenvolver melhor as relações humanas, além de outras coisas que já falei em Consumir local, a vivência urbana e outras divagações. E o peixe fresco era quase todo pescado aqui no distrito.
Para terminar, esta peixaria é num bairro social considerado problemático, a prova que pessoas boas e simpáticas há em todo o lado. E que devemos passar as fronteiras imaginárias da cidade que tentam segmentar o nosso dia-a-dia.
Fui comprar peixe a uma peixaria e além de ser muito bem atendida, ainda me ofereceram esta flor. Porque todos gostamos de pequenos mimos, eu também gostei.
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| Imagem própria |
A prova como realmente o comércio tradicional permite desenvolver melhor as relações humanas, além de outras coisas que já falei em Consumir local, a vivência urbana e outras divagações. E o peixe fresco era quase todo pescado aqui no distrito.
Para terminar, esta peixaria é num bairro social considerado problemático, a prova que pessoas boas e simpáticas há em todo o lado. E que devemos passar as fronteiras imaginárias da cidade que tentam segmentar o nosso dia-a-dia.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
O lixo, a sombra e as luzes
A primeira vez que vi esta imagem foi numa aula da cadeira de Técnicas e Instrumentos de Urbanismo e Planeamento. O professor gostava de mostrar-nos imagens diferentes que captassem a nossa atenção e esta imagem ficou-me gravada na mente.
Neste link podemos ver outras obras dos mesmos autores, Tim Noble e Sue Webster, os quais através de lixo e de projecções de luzes criaram estas obras de arte.
A arte tem o significado para quem a faz e o significado para quem a vê. E nesta imagem que já me acompanha há oito anos posso apenas referir o sentido que eu lhe encontro. A mim transmite-me a sensação como as coisas que nos parecem inúteis, verdadeiro lixo, podem ter uma vida nova e o prazer e as boas sensações que isso nos pode dar.
Claro que cada um entenderá à sua maneira.
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| Imagem retirada de http://www.coletivoverde.com.br/sombras-do-lixo/ |
A arte tem o significado para quem a faz e o significado para quem a vê. E nesta imagem que já me acompanha há oito anos posso apenas referir o sentido que eu lhe encontro. A mim transmite-me a sensação como as coisas que nos parecem inúteis, verdadeiro lixo, podem ter uma vida nova e o prazer e as boas sensações que isso nos pode dar.
Claro que cada um entenderá à sua maneira.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
O mar menos azul
Na postagem O lixo voador falei ligeiramente sobre as ilhas de plástico que existem nos oceanos, plásticos esses que matam todos os anos imensos animais. Agora encontrei esta imagem, a qual acho que consegue ser bastante poderosa.
No dia que esteve muito mau tempo, de tal forma que cá em casa partiu-se a estrutura onde costumo estacionar o carro e umas pernadas da anoneira, a entrada do portão ficou inundada de folhas secas e plásticos. A rua já não escoava a água da chuva, o meu pai foi limpar a entrada, apanhou aquilo tudo e pôs no lixo comum. Claro que o ideal teria sido separar, mas era o lixo que as pessoas deixam pela rua, que a junta de freguesia raramente limpa e estava um mau tempo terrível. Fiquei toda contente, porque ele ao menos decidiu deixá-lo no lixo e não simplesmente afastar da frente da nossa casa para outro sítio qualquer como muita gente faz.
Pôr plásticos no lixo comum não é a melhor solução, mas se acham todo o processo de reduzir, reutilizar e reciclar um disparate, deixem o lixo no contentor. Agradece a nossa saúde, a dos animais, agradece o ambiente em geral.
E lembrei-me deste vídeo que é tocante.
Imagem retirada de https://www.facebook.com/EcoInventos/photos/a.307289655972968.62491.207354825966452/891916637510264/?type=3&theater
No dia que esteve muito mau tempo, de tal forma que cá em casa partiu-se a estrutura onde costumo estacionar o carro e umas pernadas da anoneira, a entrada do portão ficou inundada de folhas secas e plásticos. A rua já não escoava a água da chuva, o meu pai foi limpar a entrada, apanhou aquilo tudo e pôs no lixo comum. Claro que o ideal teria sido separar, mas era o lixo que as pessoas deixam pela rua, que a junta de freguesia raramente limpa e estava um mau tempo terrível. Fiquei toda contente, porque ele ao menos decidiu deixá-lo no lixo e não simplesmente afastar da frente da nossa casa para outro sítio qualquer como muita gente faz.
Pôr plásticos no lixo comum não é a melhor solução, mas se acham todo o processo de reduzir, reutilizar e reciclar um disparate, deixem o lixo no contentor. Agradece a nossa saúde, a dos animais, agradece o ambiente em geral.
sábado, 24 de outubro de 2015
Folhas secas
Hoje, o dia em que estou a escrever, não o dia da publicação desta mensagem (sim, eu costumo programar algumas publicações com uns dias de antecedência), está um verdadeiro dia de Outono, daqueles a sério com vento, chuva e muitas folhas caidas. Ao contrário de muita gente, adoro as paisagens de Outono, não propriamente quando está a chover, mas depois vê-las cheias de folhas amareladas, o aproximar do fim do ciclo. Adoro imagens de jardins repletos de folhas.
Mas as folhas secas completam o ciclo da árvore, quando caem e se desfazem vão enriquecer o solo e fornecer nutrientes essenciais para as árvores. Por isso, da próxima vez que tiverem o vosso jardim ou o vosso quintal cheios de folhas secas, pensem que aquelas árvores agora nuas precisam que as suas folhas lhe voltem a dar alimento.
Verdadeiramente maravilhoso como a natureza pode ser tão perfeita.
As folhas que caem não são lixo, embora em meios urbanos possam causar bastantes problemas, nomeadamente com o entupimentos das sarjetas, causando diversos problemas como as inundações. Nestes casos, obviamente que as folhas têm de ser retiradas para permitir o correcto escoamento das águas pluviais, afinal as nossas cidades têm poucas opções de infiltração para as águas (faltam mais espaços verdes). Embora deva dizer que a calçada portuguesa, comparativamente a outros tipos de pavimento permite a infiltração de alguma água.
Imagem retirada de http://pt.depositphotos.com/10594248/stock-photo-park-bench-and-autumn-leaves.html
Mas as folhas secas completam o ciclo da árvore, quando caem e se desfazem vão enriquecer o solo e fornecer nutrientes essenciais para as árvores. Por isso, da próxima vez que tiverem o vosso jardim ou o vosso quintal cheios de folhas secas, pensem que aquelas árvores agora nuas precisam que as suas folhas lhe voltem a dar alimento.
Verdadeiramente maravilhoso como a natureza pode ser tão perfeita.
sábado, 17 de outubro de 2015
É menina ou menino?
Ainda na sequência da postagem Crianças... que futuro? Tecnologia ou natureza quero partilhar convosco uma imagem que me diz muito. Diz-me pela relação entre as crianças e a natureza e pela visão sexista que a maior parte das pessoas tem do mundo. A gravidez tem sido uma experiência incrível relativamente aos preconceitos que as pessoas têm no que é ser menina e menino, e mais tarde, mulher e homem.
A importância dada ao sexo da criança é para mim inconcebível. O que ainda se torna pior com frases que já ouvi como:
"É melhor que seja menina que te ajuda em casa"
"É melhor ter filhas que filhos, porque as filhas acompanham sempre as mães"
"As meninas e os meninos são diferentes"
"Se for menino pode jogar à bola e ir ao futebol"
"As meninas são bonitas de cor-de-rosa e os meninos de azul"
"Se for menino compra-lhe uma bicicleta, se for menina uma máquina de costura"
"Se não dizem o sexo da criança como é que sabemos de que cor devemos comprar as coisas"
A sério que as pessoas pensam assim? Pensava eu ao início. Agora já não me espanto. Sim, as pessoas na sua generalidade pensam assim.
Mas para responder aquela típica ideia que, já muito ouvi, as meninas são bonitas é de vestidinho e muito bonequinhas. Deixo este vídeo que encontrei pelo facebook.
Menina ou menino são ambos bons, bonitos quando estam arranjados, e mais bonitos ainda quando brincam, divertem-se e sujam-se.
A importância dada ao sexo da criança é para mim inconcebível. O que ainda se torna pior com frases que já ouvi como:
"É melhor que seja menina que te ajuda em casa"
"É melhor ter filhas que filhos, porque as filhas acompanham sempre as mães"
"As meninas e os meninos são diferentes"
"Se for menino pode jogar à bola e ir ao futebol"
"As meninas são bonitas de cor-de-rosa e os meninos de azul"
"Se for menino compra-lhe uma bicicleta, se for menina uma máquina de costura"
"Se não dizem o sexo da criança como é que sabemos de que cor devemos comprar as coisas"
A sério que as pessoas pensam assim? Pensava eu ao início. Agora já não me espanto. Sim, as pessoas na sua generalidade pensam assim.
Mas para responder aquela típica ideia que, já muito ouvi, as meninas são bonitas é de vestidinho e muito bonequinhas. Deixo este vídeo que encontrei pelo facebook.
Menina ou menino são ambos bons, bonitos quando estam arranjados, e mais bonitos ainda quando brincam, divertem-se e sujam-se.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Coberturas verdes e o ambiente urbano
Há uns quatro anos, estava a trabalhar numa Avaliação Ambiental Estratégica e dado o impasse do projecto que não andava nem desandava, o meu chefe decidiu pensar em soluções intermédias para a resolução do problema.
O problema era o seguinte: havia uma área urbana com solos altamente contaminados para o qual estavam a fazer um plano de regeneração urbana. Mas como o plano por diversas circunstâncias não arrancava em toda a sua plenitude, optamos por sugerir um faseamento da execução do plano. O que dividiria as áreas urbanas a regenerar em diversas fases, aquelas que não fossem regeneradas no imediato teriam soluções intermédias para melhorar as suas características ambientais.
Neste contexto, surgiu a ideia de incentivar as coberturas verdes nos edifícios, quer nos novos a construir aquando da implementação dos Planos de Urbanização e Planos de Pormenor, quer nos edifícios já existentes (se a solução pudesse ser adoptada) em áreas que o Plano só iria intervir em fases mais tardias.
E foi disto que me lembrei quando vi o que vos mostro na fotografia que se segue.
Isto é uma verdadeira cobertura verde orgânica, a natureza no seu maior grau e, vá, o desleixo humano na mesma escala. Infelizmente, este é o tipo de cobertura verde que se vê mais por Portugal. Claro que existem alguns edifícios com coberturas verdes a sério, mas são poucos.
Mas afinal, como ajudam as coberturas verdes o ambiente? Como contribuem para a sustentabilidade e diminuição da poluição de uma área urbana?
Andei à procura das minhas pesquisas e as coberturas verdes ajudam de muitas formas. Estas coberturas ajudam a regularizar o conforto climático das áreas urbanas, contribuindo para a sustentabilidade ecológica e consequentemente para o bem-estar da população. O que no fundo é o que qualquer área verde faz, mas neste caso estamos a aproveitar espaços que não têm qualquer função.
A nível ambiental e ecológico, estas coberturas trazem benefícios, tais como evitar o transbordo do sistema misto de esgotos, reduzir o impacte do dióxido de carbono, neutralizar o efeito das chuvas ácidas e fornecer novo habitat para pássaros e insectos. Para a comunidade, estas coberturas têm vantagens como a limitação do escoamento das águas pluviais, a diminuição do efeito da ilha de calor urbano, a redução do smog e do ruído, menores perdas energéticas, e ainda, a melhoria da qualidade do ar e da estética paisagística. Para os proprietários dos edifícios tem vantagens como o aumento da esperança média de vida da cobertura, a redução de custos com o arrefecimento no Verão e o aquecimento no Inverno, uma gestão mais fácil das águas pluviais, bem como a vantagem de aproveitar um espaço morto como jardim.
Os sistemas de coberturas verdes não são todos iguais, existindo o extensivo (mais simples, requer menor investimento e menor manutenção), o intensivo simples e o intensivo (sistema mais complexo, composto por arbusto ou mesmo árvores, é o que requer maior investimento, maior capacidade estrutural do edifício e maior manutenção).
Lembro-me de quando fui a Berlim, mais ou menos na mesma altura que andava nestas pesquisas ver imensos edifícios com coberturas verdes.
Isto sim! Isto são coberturas verdes a sério, não pinheiros nascidos em telhados de casas abandonadas.
O problema era o seguinte: havia uma área urbana com solos altamente contaminados para o qual estavam a fazer um plano de regeneração urbana. Mas como o plano por diversas circunstâncias não arrancava em toda a sua plenitude, optamos por sugerir um faseamento da execução do plano. O que dividiria as áreas urbanas a regenerar em diversas fases, aquelas que não fossem regeneradas no imediato teriam soluções intermédias para melhorar as suas características ambientais.
Neste contexto, surgiu a ideia de incentivar as coberturas verdes nos edifícios, quer nos novos a construir aquando da implementação dos Planos de Urbanização e Planos de Pormenor, quer nos edifícios já existentes (se a solução pudesse ser adoptada) em áreas que o Plano só iria intervir em fases mais tardias.
E foi disto que me lembrei quando vi o que vos mostro na fotografia que se segue.
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| Pinheiro nascido no telhado de uma casa abandonada em Vila Nova de Poiares Imagem própria |
Mas afinal, como ajudam as coberturas verdes o ambiente? Como contribuem para a sustentabilidade e diminuição da poluição de uma área urbana?
Andei à procura das minhas pesquisas e as coberturas verdes ajudam de muitas formas. Estas coberturas ajudam a regularizar o conforto climático das áreas urbanas, contribuindo para a sustentabilidade ecológica e consequentemente para o bem-estar da população. O que no fundo é o que qualquer área verde faz, mas neste caso estamos a aproveitar espaços que não têm qualquer função.
A nível ambiental e ecológico, estas coberturas trazem benefícios, tais como evitar o transbordo do sistema misto de esgotos, reduzir o impacte do dióxido de carbono, neutralizar o efeito das chuvas ácidas e fornecer novo habitat para pássaros e insectos. Para a comunidade, estas coberturas têm vantagens como a limitação do escoamento das águas pluviais, a diminuição do efeito da ilha de calor urbano, a redução do smog e do ruído, menores perdas energéticas, e ainda, a melhoria da qualidade do ar e da estética paisagística. Para os proprietários dos edifícios tem vantagens como o aumento da esperança média de vida da cobertura, a redução de custos com o arrefecimento no Verão e o aquecimento no Inverno, uma gestão mais fácil das águas pluviais, bem como a vantagem de aproveitar um espaço morto como jardim.
Os sistemas de coberturas verdes não são todos iguais, existindo o extensivo (mais simples, requer menor investimento e menor manutenção), o intensivo simples e o intensivo (sistema mais complexo, composto por arbusto ou mesmo árvores, é o que requer maior investimento, maior capacidade estrutural do edifício e maior manutenção).
Lembro-me de quando fui a Berlim, mais ou menos na mesma altura que andava nestas pesquisas ver imensos edifícios com coberturas verdes.
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| Gulbenkian, Lisboa - talvez dos edifícios portugueses com coberturas verdes mais famosos Imagem retirada de https://pt.wikipedia.org/wiki/Cobertura_verde |
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| Projectos ao nível do sonho Imagem retirada de https://arquitetivismo.wordpress.com/category/arquitetura-sustentavel/ |
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Trabalhar, Comprar, Consumir, Morrer
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
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